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segunda-feira, 18 de outubro de 2010

A Lenda da Bruxa de Gwrach


O significado do nome Gwrach-y-rhibyn, literalmente é "Bruxa da Bruma" mas é mais comumente chamada de "Bruxa da Baba". Dizem que parece com uma velha horrenda, toda desgrenhada, de nariz adunco, olhos penetrantes e dentes semelhantes a presas. De braços compridos e dedos com longas garras, tem na corcunda duas asas negras escamosas, coriáceas como a de um morcego. Por mais diferente que ela seja da adorável banshee irlandesa, a Bruxa da Baba do País de Gales lamenta e chora quando cumpre funções semelhantes, prevendo a morte. Acredita-se que a medonha aparição sirva de emissária principalmente às antigas famílias galesas. Alguns habitantes de Gales até dizem ter visto a cara dessa górgona; outros conhecem a velha agourenta apenas por marcas de garras nas janelas ou por um bater de asas, grandes demais para pertencer a um pássaro. Uma antiga família que teria sido assombrada pela Gwrach-y-rhibyn foi a dos Stardling, do sul de Gales. Por setecentos anos, até meados do século XVIII, os Stardling acuparam o Castelo de São Donato, no litoral de Glamorgan. A família acabou por perder a propriedade, mas parece que a Bruxa da Baba continuou associando São Donato aos Stardling. Uma noite, um hóspede do Castelo acordou com o som de uma mulher se lamuriando e gemendo abaixo de sua janela. Olhou para fora, mas a escuridão envolvia tudo. Em seguida ouviu o bater de asas imensas. Os misteriosos sons assustaram tanto o visitante que este voltou para cama, não sem antes acender uma lâmpada que ficaria acesa até o amanhecer. Na manhã seguinte, indagando se mais alguém havia ouvido tais barulhos, a sua anfitriã confirmou os sons e disse que seriam de uma Gwrach-y-rhibyn que estava avisando de uma morte na família Stardling. Mesmo sem haver um membro da família morando mais no casarão, a velha bruxa continuava a visitar a casa que um dia fora dos Stardling. Naquele mesmo dia, ficou-se sabendo que o último descendente direto da família estava morto.

Dilia a fada da lua.




Dilia é uma fada que vive à noite.
Curiosa, costuma sair do oco de sua árvore e visitar humanos nas noites de lua cheia. Dilia adora música. Por isso, às vezes assume a forma de uma jovem para divertir-se em festas e bailes.

Quando deseja dançar, Dilia canaliza a força do luar e materializa-se tornando-se a mais encantadora das bailarinas. Todos os que a viram jamais esqueceram sua graça e elegância.

Diz-se em vários países que fadas se comunicam por meio de um idioma próprio, incompreensivel para os adultos e perfeitamente familiar para as crianças.

Assim, quando percebe que uma criança está assustada com a noite, Dilia sussurra suas estranhas canções nos ventos, e a criança escolhida começa a cantarolar melodias desconhecidas, palavras inexistentes em sua língua, que misteriosamente, lhe trazem alegria e bem-estar.

sábado, 16 de outubro de 2010

A fada Lorelei



Na cultura popular, muitas fadas se tornaram famosas, como Lorelei, que segundo a mitologia germânica habitava uma rocha na margem direita do rio Reno, próximo a Bingen, e que inspirou algumas obras de Heinrich Heine (1797-1856) e outros poetas, bem como peças musicais de Felix Mendelsshon (1809-1847) e Franz Lachner (1802-1890).

Na Inglaterra, ela é chamada Mary Player. Outros nomes para esta classe de belas e malévola de fadas são Merewipers, Meerweibers, sereias e Havfraus. Às vezes chamado Lurlei, ela pode ser encontrado empoleirado em cima da falésia com vista para o rio Reno, onde suas músicas encantadoras atrair os curiosos para a morte nas rochas abaixo. O jogador de Maria da Inglaterra se delicia com a afundar navios, circundando-a três vezes. Há um poema escrito sobre a Lorelei e seus hábitos desagradáveis chamado Die Lorelei de Heinrich Heine.

A Lenda de Lorelei


Lorelei, a pequena sereia do Reno, deu o seu nome a uma triste e bela lenda alemã. Tratava-se de uma mulher extraordinariamente bela, que vivia na cidade de Bacharach-sur-le-Rhin. O seu maior prazer era sentar-se num rochedo perto da margem, e pentear o seu longo cabelo louro, contemplando o seu reflexo na água e cantando uma canção cujo refrão dizia:
- Lorelei, Lorelei, Lorelei!
Lorelei era tão bela, que todos os homens se apaixonavam por ela. Todos sucumbiam aos seus encantos e ela não conseguia recusar os seus avanços. Era uma causa permanente de escândalos na pequena cidade, tanto mais que a maioria dos seus amantes, não suportando que ela não lhes desse o seu amor exclusivo, caíam em languidez, e às vezes suicidavam-se. Em breve, a Igreja soube do sucedido, e o Bispo persuadido que Lorelei era uma criatura do demónio, instrui-lhe um processo de feitiçaria. Interrogou-a longamente em tom severo, mas Lorelei respondeu-lhe com tal franqueza e inocência, que o austero Bispo, sentindo-se tocado no fundo do coração, deixou em liberdade a bela feiticeira. Esta todavia, pôs-se a chorar, dizendo:

- Não posso continuar a viver assim! A minha beleza traz a desgraça a todos os homens. Quanto a mim, apenas amei um homem e foi o único que me abandonou.

O Bispo cheio de pena, propôs a Lorelei que fosse para um convento, para se dedicar a Deus. Ela aceitou com o coração oprimido e pôs-se a caminho, acompanhada por três cavaleiros que lhe serviam de escolta. Chegados a uma falésia que dava para o Reno, ela disse-lhes:

- Deixem-me contemplar, uma ultima vez, o Reno, para que possa lembrar-me dele na minha cela.

Escalou o rochedo, e do cimo, viu um barco que vogava no Reno, então gritou: - Olhem este barco! O barqueiro é o homem que amo, o amor da minha vida! E em seguida, atirou-se ao Reno, sem que nenhum dos três cavaleiros a pudesse impedir.
Desde esse dia, cada vez que um barqueiro do Reno, entra no porto, julga ver, Lorelei, transformada em sereia e a chorar, sentada nos rochedos, penteando os seus longos cabelos de ouro.
E ouvem-se ao longe vozes, que dizem: - Lorelei! Lorelei! Lorelei!
São as vozes dos impotentes cavaleiros, que assistiram á morte de Lorelei.

Alguns dos diversos poemas que falam sobre a Fada Lorelei:


-->Lorelei

Adicionar imagem
Não existe nenhuma noite para nos afogarmos:
Uma lua cheia, o rio anuladas
Negros embaixo branda espelho brilho,

O azul da água caindo névoas
Scrim após scrim como fishnets
Embora os pescadores estão dormindo,

O massivo torreões do castelo
Dobrando-se em um copo
Todos quietude. Mas estas formas flutuam

Até na minha direção, perturbando o rosto
De silêncio. Do nadir
Levantam-se os seus membros plenos

Com a riqueza, mais pesado o cabelo
Que o mármore esculpido. Eles cantam
De um mundo mais cheio e límpido


Que pode ser. Irmãs, a sua música
Traz uma carga demasiado pesada
Para ouvir a orelha do whorled

Aqui, em um país bem dirigido,
Sob um governante equilibrado.
Ao serem perturbadas pela harmonia

Para além da ordem deste mundo,
Suas vozes fazem um cerco. Você lodge
Nos recifes em declive do pesadelo,

Prometendo um abrigo certo;
Por dia, estendem-fronteiras
De inércia, a partir do conhecimento

Também nas altas janelas. Pior
Mesmo que sua enlouquecedora
Song, seu silêncio. Na origem

De seu chamado coração gelado-
A embriaguez das grandes profundezas.
Ó rio, como vejo serem arrastadas

No fundo do seu fluxo de prata
Aquelas grandes deusas da paz.
Pedra, pedra, ferry-me lá em baixo.



-->Lorelei

Fada, querida !Foi verdade ou mentira?

Uma serenata cantada para me atrair - Céus! - não para me cortejar?

Uma mênade**, mas, ainda assim, a mais doce menina.

Certamente me desvendastes complacentemente a pureza da vida.

Lorelei,

Uma poeta de tragédias,

Escrevo louvores à morte

Como ouso ?

Lorelei,

Não consegues ver que eu preciso de ti ?

Não consegues ver quão dolorosa é esta perda?

Habilidosamente recitaste a trágica pasquinada***

Por todos os anos um deleite tão extraordinário

Causado por todos os olhares perplexos a observarem a confusão

E em meio a tudo isso lhe ofereci meu gentil comprimento:

O pobre idiota que alimentava o fogo

Curvou-se mendicante contra o meu coração medroso.

Lorelei,

Uma poeta de tragédias,

Escrevo louvores à morte

Que ousada ?

Não consegues ver que eu preciso de ti ?

Não consegues ver quão dolorosa é esta perda?

Talvez eu deva a ti esta elegia

Fora contrariada? Então preocupe-se com seu futuro.

Entre o Céu e o Inferno estas tu a incomparável fênix

Te peço, querida! - corteja à mim, não àquele prolixo furioso!


*(Mit. Grega) Bela jovem que se suicida no monumento de Loreley, no rio Reno, após grande decepção amorosa, tornando-se uma sereia.

**Servas de Baco, também chamadas de Ménades ou Bacantes

***Refere-se a um libelo anônimo, em verso ou em prosa


-->Lorelei


Estou procurando em vão a razão
que eu estou tão triste e angustiado.
Um conto pode conhecido por uma temporada,
não me permite descansar.

Cool é o ar na Twillight,
e em silêncio flui o Reno.
A montanha brilha topo com um destaque,
do sol brilhar à noite passada.

A mais bela das maidenŠñ repousando,
assim wonderously sobre lá.
Seu tesouro dourado divulgação,
ela está penteando os cabelos dourados.

Ela penteia com pente de ouro,
e, entretanto, canta uma canção,
com a melodia estranha negrito,
E dominando forte.

O barqueiro em sua pequena embarcação,
É apreendida com desejos e suspiros,
Ele não vê a frente e para trás da rocha,
Ele olha só para cima para o céu.

Tenho medo que as ondas serão arremessando,
Ambos vessen eo homem ao seu fim.
Isso deve ter sido o que com seu canto,
a Lorelei tinha a intenção.


-->A Lorelei

Eu não sei por quê
Meu coração está tão triste
Um conto dos tempos antigos
Sempre me vem à mente.

A brisa refrescou, a noite cai
E o Reno, que flui silencioso
Os topos das montanhas chamas
O sol despido.

As garotas mais lindas
No andar de cima fica maravilhoso
Sua brilham jóias de ouro,
Ela penteia o cabelo dourado.

Ela penteia com um pente de ouro
Cantar uma canção,
Seu canto tem o poder
Estranhas e prestígio.

O barqueiro em seu pequeno barco
Recebe uma dor louca
Ele não vê mais os recifes
Ele olha sempre no ar.

Eu acho que as ondas finalmente
Envolvido barqueiro e seu barco
E esta é a Lorelei, ela cantando com fatal
Quem fez tudo errado.



-->
A Lorelei


Eu não sei o que significa,
Estou tão triste;
A fábula dos velhos tempos
Sai do meu coração tão pensativo.

O ar é fresco e se escurece,
E suavemente flui o Reno;
O cume da montanha
Em Abensonnenschein.

A mais bela moça está sentada
Há, maravilhoso,
Suas jóias de ouro estão brilhando,
Ela penteia o cabelo dourado.

Ela penteia o cabelo dourado
E uma música que ela canta,
Tem uma wundersamme,
O remetente.

O barqueiro
Leve-o com aflição;
Ele não vê os recifes de pedra,
Ele só olha para o ar.

Creio que as ondas
Ambos os barcos e barcaças;
Ela com seu canto
A Lorelei fez.